quinta-feira, 31 de outubro de 2013

1º CONCURSO DE REDAÇÃO 
 "ESCOTEIRO ALDO CHIORATTO"

http://mmdc.itapetininga.com.br/CONVITE_ALDO.pdf

Do concurso e sua finalidade:
Estão abertas as inscrições no período de 01 a 18 de novembro de 2013, para o 1º Concurso de Redações “Escoteiro Aldo Chioratto” que irá eleger as 9 melhores redações escritas por filhos de Policiais Militares matriculados no Colégio da Polícia Militar sobre um dos seguintes temas:

 1) “Meu Pai – um policial militar” se o pai do participante for policial militar;
 2) “Minha Mãe – uma policial militar” se a mãe do participante for policial militar;
 3) “Meu pai e minha mãe – policiais militares” se ambos os pais do participante forem policiais militares.


O concurso é destinado à alunos matriculados no Colégio da Polícia Militar e estão convidados para participar do concurso crianças e adolescentes, filhos de Policiais Militares, que estejam compreendidas na faixa etária de 06 a 18 anos.

Condições de realização e entrega das redações:
A redação deverá ser escrita a mão, com caneta azul ou preta, em folha a ser retirada na Secretária do Colégio da Polícia Militar.
Cada redação deve conter no mínimo 30 linhas e no máximo 40 linhas.
As redações deverão ser entregue na própria secretaria até a data limite de 18 de novembro. 

Divulgação dos vencedores:
A listagem das redações vencedoras será divulgada no dia 29 de novembro de 2013 no site: www.mmdccampinas.blogspot.com.br Os vencedores serão também comunicados por e-mail. 

Da premiação: 
A premiação das 9 melhores redações ocorrerá em três faixas etárias, a saber,
1) as três melhores redações escritas por participantes de 6 a 11 anos;
2) as três melhores redações escritas por participantes de 12 a 15 anos;
3) as três melhores redações escritas por participantes 16 a 18 anos.

Os 9 autores premiados receberão o "Diploma de Honra ao Mérito “Inocência Coragem e Civismo” honraria do 18º Núcleo de Correspondência MMDC de Campinas em memória ao jovem Aldo Chioratto, escoteiro de Campinas que aos 9 anos de idade participou da Revolução de 1932.



A entrega dos Diplomas será realizada na sede do Colégio da Polícia Militar, sito a Rua São Luís do Paraitinga, 1302. Jd. Do Trevo, em 4 de dezembro de 2013 às 10h30min. A solenidade contará com a presença do Presidente da Sociedade Veteranos de 32/MMDC, Cel PM Mário Fonseca Ventura.


O PEQUENO HERÓI
 "ESCOTEIRO ALDO CHIORATTO"


ALDO CHIORATTO (1922-1932) 


Em 05 de outubro de 1922, nascia em Campinas, Aldo Chioratto que pertencia ao Grupo Escoteiro Ubirajara, da Associação dos Escoteiros de Campinas; era aluno do Grupo Escolar Orosimbo Maia.



Colégio Orosimbo Maia 
Rua Bernardino de Campos 

O escoteiro Aldo Chioratto gozava de grande estima dos Oficiais do Quartel General pela sua vivacidade e simpatia. Sua missão era transporte e correspondência da estação ferroviária até o Quartel, em Campinas. A revolução estava no seu auge; centenas de vidas já se haviam perdido e São Paulo resistia graças aos seus valorosos soldados e voluntários.

Campinas, por ser entroncamento ferroviário, era muito assediada pela aviação em um desses ataques, logo pela manhã do dia 18 de setembro de 1932, uma série de estilhaços – 13 ao todo – atinge o bravo escoteiro que, ferido mortalmente, não abandona seu bornal de mensageiro. Ele estava entregando correspondência e o local, foi o corredor de uma residência no centro próximo à estação da estrada de ferro Cia. Mogiana e Paulista. Aldo Chioratto não resiste a tão forte agressão ao seu frágil, mas valente corpo e vem a falecer em virtude dos ferimentos.

O menino foi sepultado no cemitério da cidade sem qualquer honra militar, mais algumas décadas depois o fato chegou ao conhecimento da Diretoria da Sociedade Veteranos de 32, que constatou através de uma sindicância que o escoteiro Aldo Chioratto, no dia em que foi morto estava a serviço do Exército Constitucionalista MMDC, na função de mensageiro. Hoje seu corpo repousa no Mausoléu do Soldado Constitucionalista, em São Paulo, junto com outros heróis.


Crianças Constitucionalistas em 1932, ansiosas em poder colaborar com os esforços de guerra diziam:
 “Se preciso for, nós iremos também!”



1º CONCURSO DE REDAÇÃO
 "ESCOTEIRO ALDO CHIORATTO”
 UMA PARCERIA COM O COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR


Colégio da Polícia Militar 
Rua São Luis do Paraitinga 1302 – Jd.Do Trevo 
 Campinas/SP




O 1º Concurso de Redação “Escoteiro Aldo Chioratto” é uma parceria entre o 18º Núcleo de Correspondência e o Colégio da Polícia Militar e tem como objetivo divulgar os feitos heroicos das crianças frente a Revolução Constitucionalista de 1932. 

O 1º Concurso de Redação tem como Tema “Meu Pai um Policial Militar/ Minha Mãe uma Policial Militar”, dessa forma ver com os olhos de uma criança o que seu Pai/Mãe representa em suas vidas.

As 9 melhores redações receberão o Diploma de Honra ao Mérito Inocência Coragem e Civismo, em solenidade a ser realizada no dia 4 de dezembro de 2013 às 10h30min, no Colégio da Polícia Militar em Campinas.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO NA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932

A polícia Militar do Estado de São Paulo participou de 18 movimentos entre eles a Revolução Constitucionalista de 1932. O Brasão da Armas da Polícia Militar do Estado de São Paulo figura em um Escudo Português carregado de 18 estrelas representando marcos históricos da Corporação, A REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932 é uma das estrelas do Escudo Português.



O Brasão-de-armas da Polícia Militar do Estado de São Paulo é um Escudo Português, perfilado em ouro, tendo uma bordadura vermelha carregada de 18 (dezoito) estrelas de 5 (cinco) pontas em prata, representando marcos históricos da Corporação; No Centro, em listras vermelhas verticais e horizontais, as cores representativas da Bandeira Paulista, também perfiladas em ouro; Como timbre, um leão rampante em ouro, apoiado sobre um virol em vermelho e prata, empunhando um gládio, com punho em ouro e lâmina em prata; À direita do Brasão um ramo de carvalho e à esquerda um ramo de louro, cruzados em sua base; Como tenentes, à direita, a figura de um Bandeirante com bacamarte e espada, e à esquerda um Soldado da época da criação da Milícia, empunhando um fuzil com baioneta; ambos em posição de sentido; Num listel em azul, a legenda em prata "LEALDADE E CONSTÂNCIA".

ESTRELAS REPRESENTATIVAS DOS MARCOS HISTÓRICOS DA CORPORAÇÃO

1ª ESTRELA - 15 de Dezembro de 1831, criação da Milícia Bandeirante;
2ª ESTRELA - 1838, Guerra dos Farrapos;
3ª ESTRELA - 1839, Campos dos Palmas;
4ª ESTRELA - 1842, Revolução Liberal de Sorocaba;
5ª ESTRELA - 1865 a 1870, Guerra do Paraguai;
6ª ESTRELA - 1893, Revolta da Armada (Revolução Federalista);
7ª ESTRELA - 1896, Questão dos Protocolos;
8ª ESTRELA - 1897, Campanha de Canudos;
9ª ESTRELA - 1910, Revolta do Marinheiro João Cândido;
10ª ESTRELA - 1917, Greve Operária;
11ª ESTRELA - 1922, "Os 18 do Forte de Copacabana" e Sedição do Mato Grosso;
12ª ESTRELA - 1924, Revolução de São Paulo e Campanhas do Sul;
13ª ESTRELA - 1926, Campanhas do Nordeste e Goiás;
14ª ESTRELA - 1930, Revolução Outubrista-Getúlio Vargas;
15ª ESTRELA - 1932, Revolução Constitucionalista; 
16ª ESTRELA - 1935/1937, Movimentos Extremistas;
17ª ESTRELA - 1942/1945, 2ª Guerra Mundial; e
18ª ESTRELA - 1964, Revolução de Março.

A Revolução Constitucionalista de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Os paulistas consideram a Revolução de 1932 como sendo o maior movimento cívico de sua história.


terça-feira, 1 de outubro de 2013

COMEMORAÇÃO DOS 81 ANOS DA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA


A história da Revolução Constitucionalista começa em 1930.
Antes de Getúlio Vargas chegar ao poder o país era comandando pela politica do Café com Leite onde a presidência era alternada entre as elites cafeicultoras paulista e mineira.
Tudo começa com o movimento rebelde de 1930, quando Júlio Prestes foi vitorioso nas eleições presidenciais de 1930 derrotando o candidato da Aliança Liberal Getúlio Vargas. Os lideres da Aliança Liberal formada pelos gaúchos, mineiros e paraibanos não aceitavam a vitória de Júlio Prestes, afirmando que a vitória não passava de uma fraude, e que os paulistanos apoiadores de Júlio Prestes gozavam de privilégios na politica do "café com leite" e tratavam com descaso a produção agrícola e industrial de outros Estados.
O clima de revolta aumentou e o governo mineiro Antonio Carlos disse "façamos a revolução antes que o povo o faça", assim as elites da Aliança Liberal tinham consciência que era preciso assumir o comando do processo politico.
Em outubro teve inicio um luta armada para impedir a posse de Júlio Prestes começando por Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Pernambuco, assim o poder foi entregue a Getúlio Vargas.
Ao chegar na presidência Getúlio Vargas tratou de suspender a Constituição Republicana de 1891, fechou o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais, indicou interventores militares para governar os Estados com a intenção de reduzir o poder dos fazendeiros que sustentavam o regime deposto de 1930. Os civis paulistanos organizaram um movimento armado que culminou na Revolução Constitucionalista de 1932.
O estopim do conflito deu-se em maio de 1932 quando quatro jovens, dentre muitos outros que lutavam pela Constituição morreram em batalha. Os jovens eram Martins, Miragaia, Dráuzio e Camargo, conhecidos como mártires da resistência que formam a sigla MMDC.



Em 9 de julho a Revolução Constitucionalista mobilizou muitos homens de São Paulo para lutar contra o governo federal. As tropas paulistas eram formadas por soldados da policia estadual e voluntários, assim iniciaram uma ofensiva contra as tropas federais, mais logo São Paulo se viu cercada por mais de 100 mil militares federais.
Mesmo sem apoio de outros Estados o povo paulista conseguiu reunir uma tropa com mais de 200 mil voluntários.
As tropas paulistas foram para os fronts lutar contra as tropas federais que estavam mais equipadas e numerosas, dispunha ainda de aviões que bombardearam cidades do interior entre elas Campinas. Em um destes ataques aéreos o menino Aldo Chioratto que estava a serviço do Exercito Constitucionalista entregando correspondência foi atingido por estilhaços de uma granada lançada por aviões do governo federal. O menino na época com 9 anos não resistiu aos ferimentos e tombou no cumprimento da missão.
Mesmo em números menores os paulistas não se abatiam, muitos levaram suas armas pessoais para o front os voluntários precisavam produzir armamentos para continuar no combate. 
São Paulo criou uma moeda própria para arrecadar fundo com o slogan "ouro para o bem de São Paulo" os moradores passaram a entregar joias para financiar as tropas paulistas em troca recebiam um anel de prata com as inscrições Pro São Paulo fiant eximia, ou seja Ouro para o Bem de São Paulo.
Depois de três meses de lutas e muitos mortos e feridos, os soldados paulistas se renderam em 2 de outubro, apesar da derrota nas armas obtiveram uma conquista politica. O governo federal garantiu a realização de eleições para a Assembleia Nacional Constituinte, encarregada de elaborar a nova Constituição que era a principal reivindicação do movimento de 1932. 

Passado 81 anos da epopeia de 1932 a SOCIEDADE VETERANOS DE 32 continua abraçando os mesmos ideais de democracia, liberdade e amor a legalidade pelos quais se abateram os heróis Veteranos de 32.  

A Sociedade Veteranos de 32 é composta por vários colaboradores que não permitem que esta história de amor e glória seja esquecida, são eles:

A própria Sociedade Veteranos de 32 presidida atualmente pelo Cel PM Mário Fonseca Ventura;

A COFAM (Comissão dos Familiares dos Heróis de 32);

As sucursais do MMDC em outras cidades como por exemplo Núcleo MMDC Leste, Núcleo Cadete Ruytemberg Rocha, Núcleo Gino Struffaldi, Núcleo MMDC Campinas, Núcleo São José do Rio Preto entre outros.

Os Núcleos de Correspondências idealizados pelo Prof. Jefferson Biajone, totalizam hoje 20 Núcleo e utilizam a internet como ferramenta de divulgação.




Mobilização


Tropas paulistas


Tropas paulistas
  

Tropas paulistas reunidas


Trincheira


Metralhadoras


Matraca 


Cel PM Mario Fonseca Ventura - Presidente da Sociedade Veteranos de 32/MMDC


Cel PM Antonio Carlos Mendes - Vice Presidente da Sociedade Veteranos de 32/MMDC e Cel PM Mario Fonseca Ventura - Presidente


Camila Giudice - COFAM


Prof. Jefferson Biajone idealizador dos Núcleos de Correspondências 


Ten PM Natanael - MMDCLeste